DOE PALAVRAS

Um movimento para levar mensagens de força aos pacientes com câncer do Instituto Mário Penna.

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

.Maria do Sol.

"Foi num dia de chuva Que eu vi um raio de sol Seu cabelo era branco E suas palavras eram cor de laranja Eu nunca bebi tanta vida Eu nunca me percebi de tanta criança Antes crianças eram de Marte Com suas artes estranhas E seus sorrisos largos e impenetráveis Mas, desde o dia em que cabelo branco Iluminou a minha chuva Eu mudei o meu nome De Nuvem Carregada Pra Maria do Sol Custou pra me aperceber Que eu sou pequenina Mas grande em intuições Eu custei a me olhar no espelho E avistar de tão longe a essência É que a adolescência Me atravancava o caminho Com seus néons de cidade grande Com seus filões de sabedoria intempestiva Mas Deus sabe de onde surgiu essa garra Essa alma infantil que gosta de farra Que gosta de falar abertamente Jogando semente pra todo lado Esse espírito gosta de colher flores Daí porque coleciona amores E expande o peito cada vez que inspira É pra ver se cabe mais honestidade Mais serenidade em cada passo Mais capacidade de clarear os caminhos E de perceber os espinhos O pequeno e grande sol dentro de nós pede passagem Cabe a ti arar a terra, tirar as pedras e molhar o campo" Nota: achei essa música no blog da Carmin e lá ela diz que não sabe de quem é essa música...

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