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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011




















Helen Hunt enfrentou muitas dificuldades para estrear na direção com "Then She Found Me", comédia agridoce e sensível livremente inspirada no best-seller "Then She Found Me", romance de Elinor Lipman.
Para economizar os escassos recursos de que dispunha, Hunt acabou compelida a interpretar o papel principal, a professora primária April, de 39 anos, que acaba de perder a mãe adotiva e de ser abandonada pelo marido, pouco depois do casamento.
Como se não bastasse, ela se envolve com Mark (Colin Firth), um colega meio perdido e igualmente recém-separado e, de quebra, sua mãe biológica (Bette Midler) reaparece de repente. Para completar, April deseja desesperadamente ter um filho e se descobre grávida do cara errado, o ex-marido.
Hunt consegue articular muito bem as tramas paralelas com estes três personagens e extrair o melhor dos atores, com destaque para Midler, perfeita na pele de uma excêntrica apresentadora de talk-shows.
Por meio de cenas cheias de diálogos, que insistem sobre os corpos, os olhares e as mãos, Hunt dá profundidade a personagens um tanto extravagantes, mas simpáticos. 
Sem alarde, a diretora fala de temas sérios e complexos como maternidade, adoção, religião, amor, traição e perdão com leveza e consistência ao mesmo tempo, sem soar previsível e sem cair na vala comum do sentimentalismo.

Obs: mais uma vez o amor que começa com amizade. O melhor começo. 



Há uma piada sobre judeus bastante comum. 


Para ensinar o filho a ter coragem, o pai falou:

-    - Pula que eu te agarro.

O garotinho confiou e pulou. 


Quando o pai o agarrava, ele se sentia amado. 


Quando não agarrava, ele sentia outra coisa: VIDA. 

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